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14/08/2005

Terceirização e quarteirização estão entre as tendências

Destaques

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Nota

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Ainda que com algumas ressalvas, estas práticas são apontadas como amplamente
aceitáveis no setor de transporte de carga.

Quando o assunto é transportadores de carga, uma pergunta muito em voga nos dias de hoje é: quais as vantagens da terceirização/quarteirização dos serviços de transporte?
Anita Manzoni Gaino, gerente administrativa da Transportadora Gaino/Gaino Distribuição e Logística, diz que a terceirização tem como principais vantagens a possibilidade de melhorar o nível dos serviços, tendo em vista que os mesmos serão executados por empresas especializadas, e a redução de custo, posto que a empresa contratante passa a não mais precisar de pessoal e de materiais próprios, podendo usar recursos financeiros que eram destinados ao pagamento destes de maneira mais vantajosa.
“A quarteirização, por sua vez, tem despontado como solução para retirar da empresa contratante de serviços terceirizados a responsabilidade de gerir todos os seus terceiros. O quarteirizador passa a fiscalizar os serviços dos terceiros e se estão sendo cumpridas as determinações legais a estes impostas, o que também traz ao contratante as vantagens de ter melhor controle dos serviços terceirizados e de não precisar possuir pessoal próprio para gerir as terceirizações, o que traz economia”, analisa Anita.
Para Marcos Sanjuan Castaños Kulenkampff, analista de logística da Itapemirim Cargas, a vantagem principal da terceirização/quarteirização dos serviços de transporte é manter o foco no core business da empresa, isto é, “se imaginarmos uma indústria de calçados, suas preocupações principais deverão estar voltadas para a qualidade, a quantidade e como o mercado enxerga seus calçados. Se você perde esse foco, o seu produto perde competitividade e, por conseguinte, perde-se receita”.
Além deste fator, para Roberta Ottati, gerente de marketing do Mira Transportes, as vantagens também envolvem otimização de custos, ganhos operacionais e em qualidade nos serviços de transporte.
“Não tenho conhecimento de nenhuma grande empresa, nacional ou multinacional, que ainda mantenha frota própria para a realização dos seus serviços de entregas. Essa é uma prova cabal das incontáveis vantagens da terceirização do transporte de bens. Dentre os benefícios auferidos aos embarcadores, poderíamos citar: diluição de custos, maior eficiência e rapidez na entrega (visto que o trabalho estará sendo executado por empresas especializadas) e a possibilidade de vender os produtos fracionadamente, pulverizando a sua distribuição por todas as regiões do país.”
A avaliação é de Rubens Luiz Pereira, diretor comercial da Exato Transportes Urgentes. Já a quarteirização ocorre com maior freqüência quando existe a intermediação de um operador logístico ou quando a transportadora contratada serve-se de uma outra para entregar produtos em áreas que estejam fora do seu raio de ação, o que dá origem ao popular “redespacho” – ainda segundo Pereira.
“Tenho uma opinião muito polêmica e conflitante a respeito da intermediação e do redespacho: acho que esses processos somente são viáveis em fases de estagnação econômica, mas isso só saberemos quando (e se) o Brasil voltar a viver uma época realmente duradoura e estável de crescimento econômico; como se vê, não estou me referindo às nossas já tão conhecidas ‘bolhas de crescimento’, tão efêmeras como as de sabão”, diz o diretor da Exato.
Para Rodrigo Paglino, gerente de negócios da Faster Logistics, empresa do Grupo Faster Brasex, a terceirização evita uma estrutura de custos fixos que envolve gastos com manutenção de veículos, combustível, seguro, salários de motoristas e ajudantes, administração de frota própria e/ou agregada, entre outros.
Além disso, possibilita que a empresa se preocupe com o seu “core business” e não perca o foco – junto com esta vantagem, outras estão incluídas, segundo José Carlos D’Agostini, diretor de logística da Target Logistics: não necessidade de realizar recrutamento e seleção, aumento ou substituição imediata de terceirizados/quarteirizados, principalmente nos fechamentos mensais, férias, substituição, afastamentos, etc., e mão-de-obra treinada e qualificada para sua atividade.
Segundo Paglino, da Faster Logistics, ao administrar sua própria frota, a indústria corre o risco de lidar com eventuais situações de ociosidade nos veículos, o que representa altos custos. No caso dos transportadores, é possível a consolidação de carga entre seus diversos clientes, o que representa uma vantagem significativa para o embarcador.
Custos também são o mote de Aguinaldo Claret, diretor comercial - N/NE da Ramos Transportes. Segundo ele, as vantagens, indubitavelmente, concentram-se na transferência de custo, muitas das vezes, de uma estrutura inadequada às demandas para estruturas melhores adequadas e, consequentemente, mais apropriadas e com custos mais enxutos, já que este será o foco único do contratado.
Ainda de acordo com Claret, também há o ganho com a importação da expertise, já que a terceirização precede da busca de prestador com know-how específico para aquela atividade, além do ganho de se tirar do rol administrativo várias especialidades, deixando o contratante com mais ênfase em seu negócio original.

Problemas
Mas, quando da terceirização/quarteirização das atividades de transporte, também há problemas.
Por exemplo, Anita destaca que a terceirização passa a ser problemática quando não é bem feita, ou seja, se não forem obedecidas todos as normas e orientações do Ministério do Trabalho que tratam do assunto a empresa que contrata o terceiro corre diversos riscos, dentre eles o de ter reconhecido legalmente o vínculo trabalhista entre ela e os funcionários do terceiro.
Ainda segundo ela, no setor de transportes, atualmente, há inúmeras empresas se apresentando como prestadoras de serviços terceirizados, mas a grande maioria não atende plenamente aos requisitos legais para dar segurança ao transportador contratante. De acordo com a gerente da Gaino, também é bastante comum que, ao avaliar a empresa candidata a prestar os serviços terceirizados, constate-se que sua mão-de-obra não é qualificada o suficiente para prestar um bom serviço. “Já quanto à quarteirização, ainda é escassa a oferta deste tipo de serviço no que diz respeito ao transporte”, completa.
“O primeiro problema é de origem conceitual, pois a primeira idéia que surge quando pensamos em terceirização é a redução de custo. Concordo, porém hoje em dia muitas empresas vêem esse conceito como solução de seus gargalos internos e promovem leilões onde o preço mais baixo ganha, esquecendo-se da qualidade e perdendo receita. Outro problema sério é a não profissionalização da atividade. Hoje, qualquer pessoa que tenha um caminhão se diz apta a fazer logística”, aponta Kulenkampff, da Itapemirim.
Por esta linha de raciocínio também vai a avaliação de Pereira, da Exato. Segundo o diretor comercial, muitos dos problemas da terceirização são gerados no momento crucial da seleção e contratação da transportadora. “Embora se divulgue o contrário, uma considerável parcela de embarcadores, de todos os portes, até mesmo dos mais gigantescos, ainda usam a tabela de preços como o critério com maior peso na decisão final. E todos que atuam no segmento sabem que conciliar qualidade e seriedade com fretes aviltados é uma tarefa impossível.”
Para agravar a situação – ainda de acordo com Pereira -, o mercado de transportes vem sendo invadido por um incontrolável enxame de “cotações eletrônicas”. “Ora, no meu entender, esse recurso pode – e deve – ser utilizado pelos órgãos governamentais e pelas empresas estatais, por motivos óbvios e cada vez mais sabidos. Mas, executado no setor privado, em um segmento que tem primado pela penúria, pela extrema indigência de suas tarifas, não passa de uma perda de tempo. No desenrolar do processo, cotam-se centenas e centenas de empresas e, ao final do pregão, via de regra, permanecem as mesmas transportadoras, desde que, é claro, concordem em reduzir os valores das suas tabelas. Na prática, é um autêntico leilão reverso”, acusa o diretor comercial da Exato.
Realmente, segundo Roberta, do Mira, as empresas não devem terceirizar objetivando somente uma redução de custos com transportes - deve ser analisado o ganho operacional em toda a cadeia. Já Paglino, da Faster Logistics, alerta que a escolha do parceiro é muito delicada e fundamental para evitar problemas no futuro. Ele alega que é necessário contar com um prestador de serviços com experiência no segmento de atuação do embarcador, que adote os cuidados necessários ao tipo de produto transportado e cujo nível de serviço e custos estejam de acordo com as necessidades do cliente. No caso da escolha errada de um parceiro, o cliente pode enfrentar problemas diversos, que vão desde entregas fora do prazo até avaria de seus produtos, alerta Paglino. “Podem ser citados, ainda, como problemas, o não comprometimento com as atividades fins da empresa, o fato de as empresas terceirizadas/quarteirizadas visarem a um maior lucro e, geralmente, menor qualidade dos seus contratados, bem como de ainda não demonstram preocupação com as normas e procedimentos da empresa tomadora de serviços e nem todas estarem com documentação regularizada”, completa D’Agostini, da Target.
Para Claret, da Ramos, os problemas concentram-se nos desvios de valores e diferenciais entre contratante e contratado, justamente pela dificuldade em multiplicar ao contratado as expectativas do cliente usuário do serviço. “Ainda mais, pelo fato de ser impraticável a exigência da ‘bandeira única’, ou do ‘mononegócio’, quando tratamos da terceirização operacional.” Desta forma – segundo o diretor comercial - fica muito difícil manter políticas semelhantes de qualidade e de treinamento e desenvolvimento de quadros. A defasagem tecnológica também é fator de incongruências – “isto gera perda de qualidade e passa a ser sensível ao cliente usuário”, conclui Claret.

Perspectivas
Pelo exposto pelos entrevistados, quais as perspectivas na área?
Anita, da Gaino, espera que haja maior profissionalização e maior profissionalismo nas empresas prestadoras de serviços terceirizados, e que surjam mais quarteirizadores no mercado, aumentando o leque de opções na hora da contratação.
Já Kulenkampff, da Itapemirim, acredita que as empresas estão cada vez mais balanceando custo e qualidade e, por isso, o mercado irá expandir. “Mas, se o governo federal voltasse a investir em infra-estrutura e, principalmente, gerasse medidas que permitissem o aumento do consumo, com certeza os cenários futuros seriam muito mais otimistas.”
Por sua vez, Roberta, do Mira, afirma que o segmento de transportes cresce hoje a reboque do crescimento industrial e do desenvolvimento da economia. As empresas que apostaram em regiões de grande desenvolvimento hoje, vem crescendo juntamente com esta região. “O segmento tem exigido muitos investimentos em qualidade e tecnologia, mas as empresas dispostas a investir terão sua recompensa”, diz a gerente de marketing.
Pereira, da Exato, alega que as perspectivas são limitadas pela prática de preços irrisórios e pela concorrência predatória. Segundo ele, no fim das contas, o mercado será depurado por uma “seleção darwiniana”, mas, até que isso aconteça, acredita, muitos inocentes tombarão. “De qualquer forma, porém, prevejo que, a médio prazo, o TRC voltará a rodar pelas estradas da prosperidade e da constante evolução.”
“No Brasil, o setor de transportes fatura algo em torno de R$ 30 bilhões, representando cerca de 3,5 % do PIB brasileiro. O aquecimento da economia contribui com o crescimento deste setor. A terceirização da distribuição também tende a crescer, já que há uma conscientização cada vez maior sobre a importância da indústria manter o foco em seu ‘core business’”, avalia Paglino, da Faster Logistics.
Por sua vez, Claret, da Ramos, pensa que a grande fase de terceirização já passou. Hoje muitos dos serviços que no passado haviam sido terceirizados foram retomados pelo contratante, justamente pelos problemas descritos. Segundo ele, o transportador percebeu que a terceirização de alguns serviços gerou perda de domínio sobre a operação, e isto foi, num determinado estágio, sentido pelo cliente.
“Refiro-me, principalmente, aos serviços ligados às operações. A partir destas constatações, a política de terceirização passou a ser administrada com melhores critérios pelo transportador. Hoje, o contratado deve ser previamente avaliado na sua capacidade técnica e em sua ideologia empresarial. Penso que a tendência seja a terceirização com responsabilidade, algo que atenda à necessidade do contratante e propicie ao contratado remuneração suficiente para acompanhar a estratégia empresarial do contratado. Uma relação calcada em pilares firmes que faça do terceirizado extensões das políticas de qualidade, de treinamento e desenvolvimento de pessoas praticadas pelo contratante”, analisa o diretor comercial da Ramos.
Por fim, para D’Agostini, da Target, as perspectivas são de contínuo crescimento e profissionalização das empresas terceirizadas/quarteirizadas cada vez mais específicas dentro de suas atividades voltadas aos negócios da tomadora dos serviços. “Hoje – diz o diretor de logística - alguns desses grandes exemplos de especialização são as empresas prestadoras de serviços de limpeza, segurança e alimentação.”

Transportador é operador logístico?
Esta é uma pergunta muito freqüente quando se fala em empresas transportadoras e aquelas tidas como operadores logísticos. E há muita polêmica, como é possível perceber nas respostas dos próprios entrevistados.

Anita, da Gaino: “Como o transporte, a distribuição em si é parte bastante importante da cadeia logística e é comum que os transportadores se autodenominem operadores logísticos. Muitas transportadoras apenas mudam de nome e trocam o termo transportadora para operadora logística. Porém, ser um operador logístico envolve muitos outros aspectos além do transporte. Para ser considerada como tal, a empresa precisa deter tecnologia e pessoal capacitado para otimizar as operações e para oferecer novos serviços aos clientes, tais como armazenagem, controle de estoques, embalagens, roteirização e tantos outros. O operador logístico deve estar focado em executar as operações logísticas que lhe foram confiadas por seus clientes de forma a torná-las ótimas em termos de qualidade, tempo e custo, e em geral, as ações necessárias para isso vão além do transporte.”
Kulenkampff, da Itapemirim: “Não. O transportador e o operador se completam: enquanto o operador operacionaliza a logística interna da empresa (estoque, produção), o transportador coordena a logística externa, abastecendo as linhas de produção, promovendo a distribuição aos clientes e, em muitos casos, realizando a logística reversa de seus produtos.”
Pereira, da Exato: “Transportador não é operador logístico, mas deve pensar em ser. Pintar a frase ‘Transportes e Logística’ nas carretas não transforma uma transportadora em um operador. Mas, no meu modo de ver, todo empresário de transportes deve refletir, com urgência, na diversificação do seu portfólio. Entendo, porém, que seja necessário constituir uma empresa de logística paralela, que atue em sites distintos aos da transportadora, sem unir as atividades. Caso contrário, o resultado será uma miscelânea logística. Inexoravelmente, o transportador que não se tornar, também, um operador logístico será transformado em carreteiro de luxo, dentro de poucos anos.”
Claret, da Ramos: “No meu entender, transportador não é operador logístico, assim como operador logístico não é transportador. São atividades que fazem parte da mesma cadeia, são correlatas, porém com especialidades distintas. Durante muito tempo apregoou-se que o transportador teria que evoluir para a condição de operador logístico, se não estaria fadado à falência. Falácia! Sempre contestei esta tese. Um transportador pode prestar serviços logísticos, porém sem ser rotulado como operador logístico. Faço parte da corrente que acredita que o transportador deva ser um operador de soluções de acordo com as características e necessidades de seu cliente. Porém, penso que quando um transportador se auto-intitula operador logístico acaba arrastando para o seu rol de concorrentes gigantes especialistas, como DHL, Exel, Ryder, McLane, além de ser preterido na contratação de transportes destas companhias. Isto não é nada inteligente, já que, como disse, operador logístico não é transportador, logo...”
Paglino, da Faster Logistics: “Não, transporte é apenas uma etapa da operação logística. O operador é um provedor de soluções logísticas, responsável pela gestão de estoque, faturamento e distribuição.”
D’Agostini, da Target: “Nem todo o transportador é um operador logístico. Cada vez mais os clientes buscam parceiros que ofereçam não somente prestação de serviços de transportes, mas, oportunidades como operador logístico, oferecendo a estes clientes infra-estrutura em diferentes tipos de gestões como: gestão de transportes – oferta de veículos através de modelos diferenciados para transportes de transferências e distribuição de cargas; gestão de pessoas – mão-de-obra especializada para gerenciamento e movimentação de cargas; gestão de armazenagem – armazéns (CD/Armazéns Gerais para estoques de produtos ainda que transitórios (Cross Docking); gestão de transporte - além das alianças com outras empresas de transportes, através de parcerias, proporcionar a este cliente um leque mais amplo de oportunidades com menor nível de preocupação para que a participação e penetração de seus produtos no mercado sejam ainda mais extensas.”
Roberta, do Mira: “Sim, as transportadoras possuem o know-how necessário para ser um operador logístico, pois possuem espaço físico para armazéns, operam fisicamente as mercadorias e têm, cada vez mais, investido em tecnologia da informação. As transportadoras executam tarefas de um operador logístico a todo momento: armazenagem, movimentação física, controle de estoque, transportes e entrega de produtos.”

 

Por Portal LogWeb

 

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