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12/08/2017

Randon reverte prejuízo e lucra R$ 20,5 milhões no semestre

Empresas

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Resultado é fruto de reestruturação e enxugamento de custos


SUELI REIS, AB

Após um pente fino em todas as suas operações a fim de identificar possível enxugamento de custos, a Randon volta a respirar. Seu balanço do primeiro semestre mostra que o grupo acertou na lição de casa: conseguiu reverter o prejuízo de R$ 2,68 milhões do primeiro semestre do ano passado em lucro de R$ 20,5 milhões no mesmo período deste ano. O Ebitda consolidado (lucro antes de juros, impostos e depreciação de ativos) resultou em R$ 135,1 milhões, aumento de quase 11%, com margem de 10,3%. Por outro lado, a receita diminuiu 8,5%, que passou de R$ 1,43 bilhão para R$ 1,30 bilhão, devido à paralisação da produção de vagões ferroviários. O enxugamento dos custos também beneficiou a redução da dívida, que vem perdendo volume ano a ano: o endividamento, que chegou a R$ 1,35 bilhão em 2015, fechou o primeiro semestre deste ano em R$ 521,4 milhões.

“Conseguimos fazer o trabalho de casa, agora estamos um pouco mais tranquilos, preparados e sólidos para acompanhar o crescimento – que não temos ideia de quando virá – mas estamos mais fortes”, declarou o presidente das Empresas Randon, David Abramo Randon, durante a apresentação dos resultados na Apimec-SP, na quinta-feira, 10, em São Paulo.

Há três anos, desde que o mercado de veículos comerciais pesados começou a declinar fortemente e de forma muito abrupta, a Randon sentiu com a mesma intensidade os efeitos da crise, forçando a empresa a repensar sua estrutura. Com isto, deu início a um plano de enxugamento de custos, o que incluiu, entre as medidas, o fechamento da unidade em Guarulhos (SP), cuja produção foi realocada para as plantas de Chapecó (SC) e para a sede, em Caxias do Sul (RS).

“Também paralisamos por um ano e meio as operações da nossa fábrica mais nova, em Araraquara (SP), inicialmente pensada para a divisão de vagões ferroviários, mas que com sua flexibilidade, também montará implementos”, afirma o executivo, que fez questão de ressaltar que o enxugamento atingiu, inclusive, cargos na diretoria. “Há mais ou menos cinco anos, quando apresentávamos nosso balanço financeiro, esta mesa costumava ser maior, éramos pouco mais de seis diretores. Hoje, com a reestruturação, chegamos a uma organização mais enxuta”, aponta.

PLANEJAMENTO E PÉ NO CHÃO

Mesmo com o resultado global positivo, a Randon mantém cautela e os pés no chão quando analisa e projeta o mercado. David lembra que o enfrentamento da crise doeu em várias áreas da empresa, que acabou demitindo 28% de sua força de trabalho nos últimos 3 anos, contabilizando pouco mais de 7,74 mil funcionários atualmente.

“Este ano, o mercado [total] não vai passar de 23 mil reboques”, projeta o presidente da Randon, indicando mais um ano difícil para o setor de implementos, embora este volume, se confirmado, significará estabilidade, igualando-se com as vendas do ano passado. No entanto, para David, este total não representa a capacidade real do mercado interno.

“Para quem já trabalhou com 75 mil unidades e hoje tem 25 mil, é um número que não vai voltar logo. Acredito que 40 mil, 45 mil ao ano é mais a cara do Brasil”, concorda o COO da divisão de montadoras, Alexandre Gazzi.

Ainda assim, os ventos sopram a favor da Randon: a parcial de agosto indica que sua participação chegou a 48% do mercado de implementos, acima dos 37,5% verificados no encerramento do primeiro semestre, 14,6 pontos porcentuais a mais que a Facchini, na vice-liderança. Segundo Gazzi, a fatia só não é maior por causa do fechamento da fábrica paulista de Guarulhos. “Também tivemos outros dois importantes concorrentes que desapareceram do mercado. A parcial de agosto indicava participação zero para os dois”, conta o diretor responsável pela divisão montadora (implementos, veículos especiais e vagões ferroviários). “Nossa perspectiva é de que em 2018 teremos um novo patamar de market share, nossos concorrentes estão deixando o mercado e a Randon quer captar isso, portanto, há grandes chances de fecharmos este ano com 40% de share”.

Alguns fatores podem direcionar ainda mais os bons ventos para a caxiense, como a renovação obrigatória da frota para alguns segmentos. Além disso, os produtos que circulam no mercado ampliam as oportunidades para a divisão de autopeças da Randon, que estima uma frota de 600 mil unidades em todo o País e idade média de 12 anos.

“Estamos trabalhando muito forte no relacionamento com o cliente, que muitas vezes associa a Randon apenas a carretas; estamos mostrando a solidez da empresa com caravanas nos diferentes segmentos da divisão, que inclui além de implementos os veículos especiais e vagões ferroviários”, afirma Gazzi.

Apesar da queda abrupta do mercado de caminhões, a Randon conseguiu manter os números positivos na divisão montadora. As vendas de semirreboques da marca cresceram 9,7% no primeiro semestre, para pouco mais de 5,4 mil unidades. Deste volume, mais de 56% foi destinado ao transporte de cargas ligado ao agronegócio, puxado pela super safra de grãos, enquanto 36,4% foi para a indústria (siders, frigoríficos, furgões, tanques de inox e de combustível) e os 7,2% restantes para o setor de mineração.

Contudo, a receita líquida da divisão montadoras recuou 18,9%, para R$ 555,8 milhões, ao mesmo tempo em que as exportações cresceram 6,8%, para US$ 24,6 milhões. Neste contexto, Gazzi lembra que a empresa trabalha com os mesmos preços praticados de quatro anos atrás: “Estamos ganhando margem mês a mês, não vamos cometer a loucura de aumentar preços com a capacidade atual [do mercado]; temos de pensar que a crise é uma maratona, não uma prova de 100 metros, demora mais”, compara.

Já no segmento ferroviário, após um ano e meio paralisada, a Randon prevê retomar as operações da unidade de Araraquara no primeiro trimestre de 2018. A fábrica deverá alocar a produção de algumas linhas de semirreboques, para facilitar a distribuição fora da região Sul e reduzir custo logístico. Para isto, a empresa, que já aplicou R$ 70 milhões dos R$ 100 milhões previstos para a planta, prevê terminar o investimento até o ano que vem.

EXPORTAÇÕES E AUTOPEÇAS

A divisão montadoras também pretende ampliar suas operações fora do Brasil, com a nova unidade no Peru, em uma joint venture firmada em junho com a Epysa (leia aqui), que começa a operar já no fim deste ano. O Peru é o terceiro maior mercado de implementos da América do Sul, com 5 mil unidades por ano.

“Não conseguíamos competir por causa do custo logístico, mas com esta unidade local, nossa expectativa é começar em 300 unidades de um mercado total que deve bater as quase 6 mil unidades, e chegar a 800 implementos em três ou quatro anos”, projeta Gazzi.

Por outro lado, o mercado de veículos especiais, que inclui em sua maior parte equipamentos, como máquinas e caminhões para o segmento de mineração, locação, construção civil e agricultura, caiu um quinto em volume nos últimos anos. Apesar disso, as vendas da marca quase dobraram neste primeiro semestre, passando de 89 para 199 unidades. “É um mercado que vem sofrendo bastante, com menos de 2 mil unidades por ano, mas que conseguimos manter o market share de 10%”, aponta Gazzi.

A divisão de autopeças que conta com cinco marcas - Fras-le, Suspensys, Master, Jost e Castertech - também conseguiu elevar as vendas de todos os segmentos em que atua, resultando em uma receita 0,8% maior na primeira metade de 2017 na comparação anual, para R$ 680,4 milhões. Do total entregue ao mercado, 45% foi destinado às montadoras (OEM), enquanto o de reposição respondeu por 29% e exportações, 26%. O Ebitda da divisão caiu 14,7%, para R$ 100,3 milhões, em parte pelos fatores cambiais.

“Graças ao nosso mix de produtos, apuramos um faturamento extremamente saudável e robusto”, comenta o COO da divisão de autopeças, Sérgio Carvalho. “Quando se tem diversidade e participação em todos os mercados, você consegue navegar um pouco melhor nas adversidades, nos altos e baixos de cada um deles”, completa.

Carvalho aponta que no curto prazo, há um cenário positivo para a divisão, que planeja expandir sua atuação no exterior, com diversificação maior de produtos. No Brasil, a empresa aguarda a conclusão da análise do Cade para sua joint venture com a Federal-Mogul, anunciada em dezembro passado (leia aqui) e que vai inserir a Randon no mercado de veículos leves, com o fornecimento de pastilhas para OEM.

“Acredito que em até 60 dias teremos um desfecho favorável desta joint venture que terá 80,1% de controle acionário da Randon. Inicialmente, projetamos um faturamento de R$ 30 milhões com este novo negócio e com boas perspectivas para o futuro.”

Para o diretor financeiro e de relações com investidores, Geraldo Santa Catarina, “até o momento o pior já passou, o que estamos colhendo é fruto da redução de custos da companhia, porque o mercado não voltou. Com estes resultados, não há nenhuma razão para fazer revisão do guidance (projeções financeiras) pela primeira vez em muitos anos, estamos mantendo nossos números”.

Suas projeções comunicadas ao mercado no início deste ano apontam para uma receita bruta total de R$ 3,9 bilhões, com receita líquida menor, projetada em R$ 2,8 bilhões contra resultado de R$ 3,6 bilhões de 2016. Os investimentos não deverão ultrapassar os R$ 100 milhões projetados inicialmente para 2017, disponíveis em caixa para manutenção das operações e desenvolvimento de protótipos e produtos, o que também poderá vir a ser utilizado para a planta de Araraquara.

 

Por SUELI REIS, AB

 

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